Olá meus amigos leitores. Sei que não são muitos, mas os que por aqui navegam, são muito bem vindos e queridos, lógico. Venho através desse dizer que estou entrando de férias, voltarei lá, por meados de janeiro, quem sabe antes quando eu resolver largar o livro e sai da rede.
2007 passou em um estralo de dedos. É incrível como o tempo voa, e é mais incrível quando achamos que uma determinada data irá demorar para chegar. 2008 será um ano corrido e difícil. Último ano na Universidade, tenho que deixar de ser estagiário para ser efetivo. Tenho que exercer minha profissão, e finalmente desenvolver um projeto audacioso com alguns, competentes, amigos.
Erros eu tive alguns, não muitos para mencioná-los. Só acho que eu poderia ter sido mais eu, em vezes que deixei de ser. Acho que poderia ter estudado mais, e dormido menos. Em 2007 aprendi muito, inclusive que da onde você menos espera, é que sai o tiro mais fatal. Compreendi que quem tem amigos, tem tudo. Aprendi e compreendi que a confiança é ‘uma mulher ingrata: te beija, te abraça, te rouba e te mata’. Cheguei a conclusão que viver é muito bom e que, a partir de agora, eu me recuso a morrer.
Em 2007 arranjei pouca confusão. Eu adoro confusão. Porém vivi mais em paz, comigo mesmo, com os outros e não vou ser ingrato: eu gostei. Conclui que o São Paulo fc, sempre salva meus anos ruins e que o amor pelo futebol é muito grande, e que torcer para o tricolor as vezes é chato: poxa ele sempre vence!
Em 2007 pude conhecer de perto, o melhor colégio de Natal, ou do RN, o Neves. Colégio de uma áurea maravilhosa, de pessoas não menos maravilhosas. Incrível o encanto dessa instituição.
Em 2007 fui para os jogos de um time, conhecido como ‘mais querido’, com 49 títulos estaduais, o maior do Brasil. Cantei, gritei, me emocionei e chorei. Eu choro pouco. Acho que chorar é uma atitude de lavar os olhos, como os meus estão sempre limpos, eu choro pouco, muito pouco. Sempre fui assim. Em contra partida, eu penso muito, muito mesmo. Penso até no porque os braços se movimentam.
Em 2007, vivi e conheci coisas e pessoas que já conhecia, mas nunca dei a verdadeira importância a elas. Vi sorrisos sinceros de pessoas que sempre sorriam para mim e vi que a felicidade de estar com elas era tamanha. Ganhei novos amores (de amigas e amigos), e concretizei os velhos amores (também de amigas e amigos).
2007 mudou minha vida. Fiquei mais chato. Mais carismático. Mais soberbo e mais carinhoso. Mais confiante e permaneci pessista (realista). Em 2007 dancei forró e bebi cachaça. Joguei futebol e admirei quem fazia GR ou Aeróbica (coisa impossível para mim, que sempre achei todo tipo de dança besteira e inútil).
Mais uma vez o ano termina e irá começar denovo. E mais uma vez reformulo meus sonhos e adquiro novos. Não faço planos, porque como diria uma amiga, “quando você acha que tem todas as respostas, a vida vai e muda as perguntas”. A única coisa que realmente quero em 2008 é paz e saúde. O restante eu corro atrás. E se eu tiver cansado para fazê-lo, crio força e me levanto porque sempre fiz isso. Caí não é o maior problema, e sim levantar e eu sempre levantei sozinho.
Feliz Ano 2008!