INDEPENDÊNCIA DE QUEM?

Setembro 11, 2009

O Brasil completa 187 anos de independência. Mas de quem é essa independência? Dados do IBGE revelam que 53 milhões de brasileiros ‘livres’ vivem abaixo da linha da pobreza

[Bruno Rebouças, jornalista e editor

 

Sete de setembro de 1822. Dom Pedro I grita às margens do rio Ipiranga a independência do Brasil e liberta o país das amarras de Portugal. Poucos países no mundo não guerrearam para conseguir sua liberdade. O Brasil foi um deles. Posso ser injusto com os negros, escravos, abolicionistas e intelectuais que fizeram pressão para o fato acontecer. Mas é assim que os livros oficiais e a grande imprensa fazem com os nossos heróis. E durante os quase dois séculos da declarada independência, ouvimos a glorificação de um único homem como o responsável pelo livramento de um país explorado. 

Quase dois séculos depois a independência ainda não veio. Votar para presidente é apenas um detalhe numa democracia. Outra coisa que a democracia exige, mas a grande imprensa não divulga, é a troca do poder. A perpetuação do poder pelos políticos sejam vereadores, deputados e presidente é ditadura. Uma coisa aberta, disfarçada, mas é. É assim com os governos de frente popular, como o presidente Lula. É assim com o presidente da Assembléia Legislativa, deputado estadual Robson Faria, que está há 15 anos no mesmo cargo, presidente da casa. Com a governadora Wilma de Faria que se perpetua no poder, de forma seguida, há 15 anos. Liberdade de escolha e de ir e vir são outras teses da democracia que os partidos neoliberais e a grande imprensa tanto pregam, mas que não são cumpridos, nem denunciados. 

Quando Dom Pedro I gritou a independência, talvez ele tenha imaginado um país prospero, porém a abolição dos escravos só veio em 1888, então não se engane. O grito de independência não foi para libertar um povo, e sim, como acontece hoje, para esfriar os ânimos dos seus correligionários. Como diz um celebre samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira, Cem anos de liberdade, realidade e ilusão, “Hoje dentro da realidade, onde está à liberdade, onde está que ninguém viu”. 

“SOU BRASILEIRO, SOU PATRIOTA, MAS EU NÃO SOU IDIOTA” 

Em sete de setembro de 2009, um grupo de 150 estudantes, em Brasília, fizeram manifestações e gritaram sábias palavras como as do subtítulo. Porque no Brasil se criou uma cultura de que não somos patriotas. E vendo Brasil e Argentina, na TV, quem estava torcendo pela Argentina foi chamado de antipatriota. Sempre pensei que ser patriota é muito mais que torcer pela seleção ou para nossos atletas nas olimpíadas. Creio que ser patriota não é morrer pela pátria e viver sem razão, como cantou Geraldo Vandré, em 1968. A máxima de ser patriota é defender que as nossas riquezas fiquem para o nosso povo. Um exemplo mínimo é a produção do Melão, do RN, na qual 90% da safra são exportadas, deixando para os potiguares os outros 10%, das quais 5% estão podres. Patriota não é desfilar em sete de setembro e aplaudir autoridade que está na sombra do palanque, enquanto os que fazem esse país queimam ao sol. E ser patriota, não é aplaudir militares que mataram e aterrorizaram nosso país durante 20 anos. Certo que muitos a desfilar não o fizeram, mas herdam a nossa antipatia. 

E não saber cantar o hino nacional, como diz alguns jornalistas ignorantes, não é falta de patriotismo ou burrice. É falta de investimento na educação dos governos que os avestruzes defendem. Em Artigo a revista Carta Capital, Luiz Gonzaga Belluzo, economista e presidente do Palmeiras diz claramente:

“[...] espírito de classe da maioria da imprensa brasileira. Não se acomoda na sua militância a favor de privilégios para os mais ricos [...] E, como todos sabem, não é o partido do povo brasileiro. Ela não toma partido a favor de quaisquer projetos que beneficiem as maiorias, as multidões. Seus olhos estão permanentemente voltados para os privilegiados”. 

Não é você que é antipatriota. É o governo. É o presidente. É a prefeita. São os deputados. Os vereadores fanfarrões. Você não saber canta o hino nacional é culpa deles que junto com o presidente destinam 10 bilhões de dólares para o FMI, que explora esse país há mais de 50 anos. Em vez de investir na educação, saúde e moradia. Segurança. Geração de emprego. 

Patriotismo é lutar pela melhoria do seu povo e não pela melhora do saldo dos cofres dos Estados Unidos e Europa. Patriotismo é lutar para o irmão não morrer de fome, e não enriquecer o banqueiro e dono de multinacional. 

Os escândalos políticos demonstram a liberdade nesse país. Enquanto um desempregado, pai de família rouba uma lata de leite para alimentar sua filha e é condenado a três anos de prisão, um senador, deputado, vereador, com a maldita imunidade parlamentar, é absolvido dos roubos que comentem, em cifras 200 vezes maior. Se o trabalhador falta ao trabalho, é descontado no seu salário, quando não é demitido. Na última sexta, 04.09, o Congresso Nacional perdoou 85% das faltas ao trabalho dos Deputados e Senadores. Você é independente? 

INDEPENDÊNCIA , MORTE E MERDA 

De cada dez brasileiros um não sabe ler e escrever. Parece pouco. Mas multiplique esse valor por 180 milhões de habitantes. Dados do IBGE de 2000 revelam que 30,5% da população são analfabetos funcionais. Aqueles que só escrevem o nome e bilhetes simples, mas não entendem o que leem. No Brasil, 53 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, com aproximadamente, 30 dólares por mês. Vito Ginnotti, em seu livro, Muralhas da Linguagem [2004], alerta e indaga: 

“Esses 53 milhões não são os únicos candidatos naturais ao analfabetismo de fato. Há outra faixa que lhes fica bem próxima. São os 85 milhões de brasileiros e brasileiras que vivem, de acordo com levantamento do IPEA, de 1999, com até dois salários mínimos. Alguém acredita que quem tenta sobreviver com até dois salários mínimos entrou alguma vez numa biblioteca, livraria, cinema, teatro ou algo parecido?”. 

No ano de 2002, o IBGE concluiu que 81% dos brasileiros não terminaram o Ensino Médio, o segundo grau como é mais popular. Ou seja, cerca de 145 milhões de pessoas. Então, em 7 de setembro nós não temos o que comemorar. Deveríamos entra em luto, ou em depressão profunda. Pois como um país gasta 4 bilhões de dólares num helicóptero, enquanto seus filhos pedem dinheiro nos sinais, passam fome e morrem de frio embaixo de marquises de lojas luxuosas? 

A questão não é independência ou morte. É morte para você trabalhador, independência para a minoria rica, poderosa e que vive nas amarras do governo. E merda para o restante da população, analfabeta e funcionais, que não cantam o hino nacional e que morre de fome, de frio e que de vez em sempre acham uma bala perdida. 

“PAZ NO FUTURO E GLÓRIA NO PASSADO?” 

Quando Dom Pedro I gritou a independência do Brasil com apenas cinco testemunhas, ele não libertou um país. Libertou os ricos da exploração portuguesa, pois os trabalhadores continuam sendo explorados até hoje e cada vez mais, vivendo uma das maiores cargas de trabalho do mundo. Além de pagar mais imposto que qualquer outro país na face da terra. 

Como diz um rock and roll, dos anos de 1980, do RPM: “O caso Sudam, Maluf, Lalau, Barbalho, Sarney, e quem paga o jornal? É a propaganda, pois nesse país é o dinheiro que manda…”. Não há muito a comentar, não é? 

Por fim, façamos couro para outro rock and roll de 1980, da Legião Urbana.

Que país é esse? É a… Você sabe o resto. Cante.


Perdeu playbloy

Setembro 10, 2009

A falta de segurança demonstra o quanto o poder público se preocupa com a população

[Bruno Rebouças, é jornalista e editor do Coletivo Foque de Comunicação

 

Em 2008 uma onda de assaltos aos transportes coletivos tomou a cidade de Natal. Estudantes que perdiam o pouco que tinha. Trabalhadores que não sabiam como chegariam a suas casas. Se vivos e com a carteira no bolso sem dinheiro, ou se mortos, sem carteira, insistentemente vazia. Nesses ataques aos cidadãos, bandidos assaltaram ônibus atrás de ônibus, revelando a fragilidade do sistema de segurança de Natal. Nessas empreitadas, de bandidos versus cidadãos de bem, venceram os bandidos. Como geralmente vencem. Tiraram a vida de uma estudante de enfermagem, que estudava para socorrer outras vidas.

Nas eleições para a prefeitura da cidade do sol [2008], todos os candidatos falaram sobre segurança, prometendo resolver a situação, ou pelo menos não trata-lá com descaso. O fato é que chegamos a mais da metade de 2009, com oito meses da nova administração municipal e nada foi feito. A nível estadual chega-se a oito anos de insensibilidade.

Os bandidos voltaram. Quer dizer: sempre estão por aí, em qualquer lugar. Dos mais rico aos mais pobres. Não se engane. A onda de assalto aos transportes coletivos na cidade começa, novamente, a assombrar os necessitados desse transporte para se locomover. Nenhuma autoridade se manifesta e na grande imprensa só vemos notícias sobre o tema, quando algo drástico acontece. Como no episódio, do dia 27 de agosto, na qual, dois assaltantes foram surpreendidos por um soldado do Bope, que reagiu ao assalto. Nessa confusão, balearam Lucielma Bezerra, 26. Segundo a PM, o tiro foi disparado pela dupla e não pelo soldado do Bope. Um dos bandidos foi preso dia 28.

O grande fato, é que a violência em Natal cresce a cada dia. É impossível não ver, no mínimo, duas manchetes anunciando crimes ocorridos pela cidade. ‘Desconhecidos executam homem com 9 tiros de pistola 9mm’. Manchete da Tribuna do Norte. É evidente que foram desconhecidos que mataram o homem, mas isso não vem ao caso. O que vem ao caso, é que a grande imprensa não cobra, e muito menos fiscaliza um plano de metas para se conter a violência. Eles reportam os fatos drásticos, pois são esses fatos que vendem mais jornais.

O que se deve fazer é um plano de segurança, voltado para toda a população e não somente para uma minoria privilegiada apadrinhada pelo poder público e privado. Natal já foi a cidade mais segura do nordeste e estava entre as 10 mais do Brasil em segurança e tranquilidade. Nós como imprensa alternativa, não podemos deixar que a grande mídia e os jornalistas avestruzes publiquem que a violência está em apenas uma Zona da cidade. Numa tentativa pífia de criminalizar a zona norte.

A violência chega a todos os níveis da cidade. No Centro Administrativo, órgão do governo municipal e estadual, em plena luz do dia, bandidos arrombam carros com maior naturalidade da face da terra. Pelas ruas da cidade, motoristas são reféns dos ditos, flanelinhas. Uma espécie de dar ou desce da igreja universal. Ou colabora com a caixinha, ou o seu carrinho aparece com um prego no pneu, vidro quebrado e a pintura arranhada. E isso também é violência. O governo trata como violência apenas mortes e assaltos, que são as últimas consequencias. Até as luxuosas casas de veraneio estão sendo furtadas por quadrilhas armadas e encapuzadas.

Por fim, em outras cidades é natural ver alguém morto na rua ou sendo roubado na cara dura, em plena luz do dia, a 50 metros de um posto policial. Não podemos aceitar que essa realidade chegue aqui. Temos que nos chocar com os crimes que são publicados nas páginas da grande imprensa, independentemente dos interesses deles, que sabemos quais são. E temos que cobrar uma ação efetiva da polícia e dos poderes federal, estadual e municipal. A começar por eles mesmo que deveriam parar de nos assaltar.


Projeto Inovador

Abril 4, 2008

 

www.foque.com.br

 

Foque é um núcleo de informação e criação que desenvolve trabalhos de jornalismo, fotografia, design gráfico e webdesign. Fazemos comunicação alternativa em meio a um mercado que fabrica alienação. Este tem sido o nosso papel, produzindo reportagens, jornais, folhetos, cartilhas, cartazes, sites e material para Congressos, Seminários e Plenárias destinadas aos movimentos sociais.

        Nosso trabalho documental não tem nenhuma identidade com a arte de vender, exaltada de maneira grotesca pelas agências de notícias. Não nos satisfazemos com uma comunicação sem qualquer utilidade política e social.

        Somos operários da informação: pesquisadores, designers, fotógrafos, jornalistas, ilustradores, profissionais que têm o sonho de trabalhar para mudar o mundo. A vocação desse sonho materializa-se nesse coletivo de trabalho.

        Nosso trabalho está sempre atento aos movimentos do mundo, registrando suas linguagens e suas imagens, qualidade que nos habilita a apresentar o projeto em questão. Como bem disse Berthold Brecht: é preciso mudar o mundo, depois é preciso mudar o mundo mudado.

                                                     


O Pasquim e o Litoral – uma resposta a alguém desinformado*

Fevereiro 26, 2008
Por: Bruno Rebouças 

Andaram acusando o Litoral Notícias de pasquim. Palavra de origem italiana, significa entre tantas outras coisas, difamador. O autor de infâmia é nada mais, nada menos, que o ex-governador e senador, politicamente falido, Geraldo Melo. Mal sabe o ‘governador do leite’, que o Pasquim foi o maior fenômeno editorial do nosso triste e inculto país. Digo isso, pois somos uma das nações que lêem menos no mundo. Voltemos ao Pasquim. Esse ‘jornaleco’ dos anos de 1970 e 1980 fez sucesso que até hoje é exemplo para a fundação de outros meios impressos. O Pasquim, por exemplo, foi o espelho das famosas páginas amarelas, da Veja. As charges e os cartúns eram uma força, tirando do sério a Ditadura instalada em nosso país em 1964. A patota de Ipanema desafiava a censura e o regime militar. Provavelmente, muitos, não sabem disso, ou porque nessa época se escondia dos militares, ou porque politicamente não existiam.

O Pasquim tem mais  em comum com o Litoral do que vocês imaginam. Na verdade, somos nós que parecemos com o jornal já extinto. Não por imitação e sim por vocação. O jornaleco dos anos de 1970 foi o último jornal feito por jornalistas. O que vemos na mídia e na imprensa são os empresários que fazem os jornais, e isso, sinceramente me envergonha. Está certo, que nós do Litoral não somos, ainda, um sucesso editorial; mas isso se deve, pelo seguinte fato: diferente de alguns políticos, não nos vendemos a patrocinador nenhum. Somos sim, um jornal feito por jornalistas. Responsáveis e compromissados com a ética e o interesse público, assim como o Pasquim. Diferente dos políticos como Geraldo, e a tucanada pelo Brasil a fora.

Se pasquim for ser o que somos, verdadeiros, éticos, descompromissados com o poder público, afirmo que somos pasquim. Encaramos com elogio, pois ser comparado com o maior fenômeno editorial da história da imprensa, mais que todas as publicações da Abril e dos Diários Associados, de Assis Chateaubriand, nos engrandece. Além do mais, a crítica vem de um político, ou seja, de ninguém. Os políticos se acham importantes, e na verdade, não são absolutamente nada. Quando ganham o poder eles se tornam gente, mas antes humilham-se em palanques para ganhar o voto do trabalhador que logo depois eles ignoram. Tudo bem. Mas a vida é assim, um dia estamos no poder e somos reconhecidos, no outro, estamos sem aliados e precisamos recorrer ao baixo nível para chamarmos a atenção.

Saiba que sempre estaremos dos dois lados da notícia. Qualquer deslize estaremos encima cobrindo e noticiando, como um pasquim. O Litoral, dentro de anos se tornará uma máquina de fazer notícias e gerar repercussão. Isso não aconteceu ainda, pois estamos juntando forças e recursos com nosso suor e não financiado por político nenhum. Somos um jornal independente. Somos alternativos, pois, por trás da nossa equipe não existe nenhum político dando ordem e por trás de cada repórter, colunista e colaborador está à ideologia do mesmo, sem o dedo do próprio fundador e diretor do jornal, Iran Costa.

O Pasquim prezava, assim como o Litoral preza, pela liberdade de expressão e de imprensa, logo pela democracia, e caso o senador Geraldo Melo, queira nos responder, envie um email para a redação e nós publicaremos aqui. Porque em nosso jornal não censuramos ninguém, nem aqueles que nos remetem, ou tentam, ao ridículo.

O Litoral ganha notoriedade a cada dia, semana e mês. Devagar e sempre não é nossa meta, mas se é isso que precisamos fazer para continuar com nossa alma, faremos. Assim com os gênios do Pasquim, Millôr, Paulo Francis, Jaguar, Luiz Carlos Maciel e outros, não tememos a força de ninguém. Não tememos assim, como a galera de Ipanema, nenhum político, nenhum governo e nenhum empresário. Tememos diferente de vocês políticos, o julgamento do nosso leitor, único e exclusivamente detentor do nosso mais profundo e admirável respeito.

Antes de tentar ofender alguém procure o significado das palavras, o que elas representam na história do nosso país. Ser comparado com o Pasquim é uma honra. Mas, não podemos comparar vossa excelência com Juscelino Kubitscheck, já que o senhor, diferente do fundador de Brasília, não venceu todos os pleitos que disputou.

 __________

*Texto publicado no Jornal, mensal, Litoral Notícias de Ceará-Mirim, interior do estado do Rio Grande do Norte. Edição de Janeiro. Devido a esse texto, o estudante futuro jornalista, Bruno Rebouças, sofreu diversas ofensas pessoais, por parte de pessoas ligadas, claramente, ao senador.

Editorial

Agosto 10, 2007

Caro leitor, sou estudante de Jornalismo, criei essa página para poder fazer dela, um espaço democrático e, acima de tudo, um espaço para receber discursões interessantes, assim como vídeos, textos e possivelmente, se tudo der certo, debates gravados semanalmente e publicados aqui. Estou cansado da mesmisse que arrudeia nossa imprensa. Cansei de ler leads, por mais bem feitos que sejam. Acho a TV muito superficial, com seus textos objetivos e diretos, pensando assim, por todos os telespectadores. Gosto do imprenso, porque ele faz as pessoas pensarem, apesar que com os textos análiticos e opinativos as pessoas pensem de acordo com o Colunista. Mas é melhor, o leitor pensar junto com um profissional capacitado, a não pensar sozinho.

Porque MediaAlternativa? Na verdade, foi uma maneira que encontrei de registrar esse site, pois midiaalternativa, que era meu objetivo já tinha sido registrado, por sei lá quem. Porém achei uma explicação plausível, acho eu, para esse título. Média. Todos dizem que muitos jornalistas fazem média. Eu concordo em partes. Alguns muitos Jornalistas fazem média, porém outros não fazem. Com isso, imaginei que seria uma ótima contradição, ter um site com esse título e não fazer média nenhuma. Assim como o site www.fazendomedia.com

Aternativa? É. Todo meio que não está entre as grandes mídias, como Jornais, Revistas, Rádios e TV são denominadas de mídia alternativa. Outra explicação plausível é que, todo o meio que não tem um Jornalista, registrado em sindicato e tal a frente, é denominado como alternativa. Ou seja, todo meio que não tem o rabo preso e que não está nas mãos de políticos ou outros segmentos da vida pública.

Por isso, mediaalternativa.

Espero que gostem e aproveitem. Por enquanto é só.