
Foto: Bruno Rebouças/foque.com.br
Virou corriqueiro. A agilidade do dia a dia nos deixou cegos e insensíveis. Deparamo-nos com crianças esfomeadas pedindo esmola e não nos sensibilizamos. Vemos homens pedindo comida, e nem mais olhamos para saber quem é. Um filho morrer assassinado na frente da mãe é normal, é irrelevante.
Na manhã de 24.07, este senhor dormia na calçada da Avenida Rio Branco, em cima de um carrinho que serve para carregar objetos. Talvez a fome e a fadiga obrigaram-no a parar e descansar em frente a uma loja no centro. O que mais estarrece são as pessoas passarem e não repararem o senhor que ali está.